Afinal “iPhone 8” pode nem vir com Touch ID

Conceito "iPhone 8" em branco por Martin Hajek

Conceito "iPhone 8" em branco por Martin Hajek

Desde cedo que os rumores sobre a edição de especial do iPhone para este ano têm sido pouco coerentes em relação ao futuro do Touch ID, uma vez que com a suposta tela de ponta-a-ponta, o Touch ID teria que ser revisto. Algumas fontes falavam na possibilidade de colocar o sensor na traseira no dispositivo, enquanto que outras insistem na hipótese de vir incorporado no ecrã. Mas afinal, parece que nem uma nem outra.

Segundo o conhecido e fiável analista Ming Chi-Kuo, a Apple não irá optar por colocar o Touch ID no ecrã, uma vez que a curto prazo isso ainda acarreta “alguns desafios tecnológicos” mas Mark Gurman, da Bloomberg, vai mais longe e diz, citando fontes próximas do assunto, que a Apple poderá retirar completamente o sensor de leitura de impressões digitais do “iPhone 8”. Em vez disso, a autenticação seria feita via sensores faciais 3D, algo que também já foi comentado no passado como rumor. Este reconhecimento facial em 3D iria substituir totalmente o Touch ID em termos de funcionalidades, ou seja, servira para desbloquear o aparelho, fazer compras online, autenticar em apps, etc.

Conceito "iPhone 8" em branco por Martin Hajek

Conceito "iPhone 8" em branco por Martin Hajek

Existem alguns dispositivos Android com reconhecimento facial e de íris mas como já vimos, estes métodos são menos confiáveis que a leitura da impressão digital. Porém, Mark diz que a tecnologia utilizada pela Apple seria bastante mais avançada e, por ser em 3D, nem será necessário pegar no dispositivo e “apontá-lo” para a nossa cara.

Mark acrescenta ainda na possibilidade de a Apple incluir nos iPhones de 2017 a tecnologia de ecrã ProMotion que presente no novos iPads. Basicamente, esta tecnologia faz com o que o ecrã atualize as imagens que mostra 120 vezes por segundo (120Hz), em vez das atuais 60 (Hz), além de ser ainda capaz de adaptar esta atualização consoante a necessidade do utilizador, por forma a otimizar a bateria. Isto traduz-se sobretudo em imagens mais fluidas no ecrã e, acreditem, é bastante notável mesmo para olhos menos treinados.

Por último, Mark menciona ainda que a Apple está a trabalhar num processador dedicado a tarefas de inteligência artificial para incorporar em futuros iPhones.

Nunca mais chega setembro!